Não sei se na vida ela queria o amor ou precisava do desprezo. Ela tão quase nada sutil, gostava da sutileza. Gostava de se fingir apaixonada. e para provar segurança gostava de planejar. Ela gostava de tudo isso sem se quer perceber, porque -antes dessas quaisquer cousas- ela gostava de si mesma. e era por seu amor que ela tinha apreço ao resto. Acho que seu amor era a felicidade.

1 Comentários:
Voltou a escrever e não me falou.
Olha Claude Onnor, vc eh quase um horror!
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